“Esperou que o céu nublado se convertesse em chuva. A medida que os pingos eram absorvidos na sua roupa, sentia-se mais pesada, mais fraca. Agora, a tempestade era pessoal. Levou as mãos ao rosto e chorou como nunca havia chorado em toda a sua vida. Sem enxergar, encostou seus joelhos no chão molhado e fez uma pergunta sem resposta:
- Quando isso vai acabar?
Nem mesmo os meteorologistas sabiam, ao certo”.